Se você acorda cedo. Trabalha. Empreende. Sustenta sua família. Então este movimento também é seu.
Empresário, pai de família e servidor público. Mas, acima de tudo, um representante de milhões de brasileiros que fazem o país acontecer todos os dias.
Fé · Família · Honra · Trabalho · Serviço
Existe um Brasil que acorda cedo.
Que trabalha. Que produz. Que planta.
Que vende. Que atende. Que constrói.
Que paga imposto e gera emprego.
Esse Brasil não pede favor.
Pede apenas oportunidade.
Existe outro Brasil.
Não é uma pessoa. Não é uma categoria.
É um sistema que atrapalha.
Burocracia sem fim. Impostos mal usados.
Regras que tratam quem trabalha como suspeito.
Nós escolhemos um lado.
O lado de quem faz.
Uma história de fé, família, trabalho, liderança e serviço.
Fernando nasceu em 19 de fevereiro de 1988, em Cuiabá, filho de Isa Aparecida e José Carlos. Muito antes da vida empresarial e pública, sua história começou dentro de uma família que precisou enfrentar dificuldades profundas e aprender a recomeçar.
Ainda criança, Fernando viu o pai enfrentar uma grave crise financeira. O negócio da família quebrou e, naquele momento difícil, seus pais se separaram. Isa tomou uma decisão que mudaria tudo: partir para a Itália com os dois filhos, em busca de um novo começo. Fernando tinha apenas seis anos.
Dos 6 aos 12 anos, viveu na Itália, onde praticamente se alfabetizou. Precisou aprender outro idioma, entender outra cultura e conquistar seu espaço numa sociedade que o via primeiro como estrangeiro. Ainda criança, conheceu o preconceito por não ser italiano.
Fernando não se curvou. Estudou, esforçou-se e passou a se destacar entre os melhores alunos da sala. Aquela experiência deixou marcas permanentes: disciplina, capacidade de adaptação, resistência e a certeza de que o esforço rompe qualquer barreira. Por volta dos 14 anos, voltou para casa — mais maduro.
De volta a Cuiabá, floresceu a vocação para mobilizar pessoas. Participou do McDia Feliz em favor da AACC e da Ordem DeMolay, fortalecendo valores de liderança, responsabilidade e serviço. Na escola e depois na universidade, sempre assumia posições de liderança.
No curso de Direito da UNIC, foi presidente do Centro Acadêmico Sete de Agosto (2006–2009). Representou estudantes, negociou com instituições e coordenou o EMED — que reuniu mais de 5.000 pessoas. Descobriu ali sua marca: colocar gente diferente em torno de um mesmo objetivo.
Antes de abrir restaurante, Fernando já empreendia. Organizar grandes eventos era buscar patrocínio, vender inscrições, contratar, negociar e resolver mil problemas. Entre 2006 e 2012 mobilizou milhares de estudantes — inclusive num evento com 10.000 pessoas e Gabriel O Pensador. Aprendeu que uma ideia só vale quando alguém a faz acontecer.
Em 2012 nasceu o Japidinho, tornando a culinária japonesa mais acessível e moderna. Ali Fernando viveu a realidade de milhões: contratar, vender, treinar equipe, pagar salários e impostos, assumir risco, errar e recomeçar. A marca cresceu, gerou empregos e virou referência. Mas foi administrando uma empresa que ele conheceu o Brasil que atrapalha.
Fernando poderia só reclamar. Preferiu participar. Entendeu que boa parte dos problemas nascia fora das empresas — nas leis e nas decisões públicas. Em 2014 assumiu a presidência da Abrasel-MT, tornando-se um dos principais porta-vozes do setor produtivo de Mato Grosso.
Após anos de articulação, em 2019 o ICMS de bares e restaurantes caiu de 7% para 3%. Para Fernando, aquilo era mais que uma redução de imposto: era a prova de que política pode significar resultado. Organizar uma demanda, construir tecnicamente, convencer, negociar — e entregar.
Em 2019 assumiu liderança na FCDL-MT, ampliando a visão para todo o comércio e serviços. Como vogal da JUCEMAT, passou a enxergar por dentro a abertura de empresas — e abraçou uma pauta que o perseguiria por anos: simplificar a vida de quem quer empreender.
Em 2020, poucos momentos testaram tanto sua liderança. A pandemia atingiu justamente bares, restaurantes, turismo e comércio. Fernando defendeu abertura responsável, com protocolos e diálogo, lembrando que saúde e emprego não são objetivos incompatíveis. Por trás de cada empresa fechada havia famílias inteiras.
Católico e homem de fé, Fernando serve na Missão Enchei-vos e participou dos retiros Homem de Honra e Entre Nós. Para ele, ser um Homem de Honra não é título — é cobrança diária: ser melhor esposo, pai, filho e cidadão. Fé que não transforma a maneira de viver perde o sentido.
Em 2018, sua participação política ganhou dimensão direta: coordenou em Cuiabá a mobilização ligada à campanha de Jair Bolsonaro. Liberdade econômica, valores conservadores, família e combate à burocracia. Sua identificação com a direita não surgiu às vésperas de uma candidatura — já se manifestava anos antes.
Em janeiro de 2025 assumiu a Secretaria de Turismo de Cuiabá. Em março somou Desenvolvimento Econômico; em setembro, Agricultura e Trabalho. Era a chance de executar aquilo que defendeu por anos: turismo como economia, menos burocracia e mais oportunidade para quem trabalha.
Casado com Vanessa, pai de Theo, Yasmin e Ravi. A história que começou com Isa pegando os filhos pela mão para recomeçar do outro lado do mundo ganha novo sentido. Fernando olha para os próprios filhos e se pergunta: que país vamos deixar para eles?
19 de fevereiro. O começo de tudo, no coração de Mato Grosso.
Dos 6 aos 12 anos, longe de casa. Preconceito superado com estudo.
Presidente do CA Sete de Agosto. Coordena o EMED e grandes eventos.
Empreende do zero. Gera empregos e vira referência em Cuiabá.
Cinco anos representando o setor produtivo de Mato Grosso.
Coordena em Cuiabá o movimento ligado à campanha de Bolsonaro.
Anos de articulação resultam na redução histórica do imposto.
Amplia a atuação para todo o comércio e a abertura de empresas.
Turismo, Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Trabalho.
Deixa a Prefeitura para representar o Brasil que Trabalha.
Cada entrega responde a uma única pergunta.
142 famílias com segurança jurídica. Entrega de 142 Termos de Permissão de Uso. Para Fernando, não são documentos — são famílias que dependem do espaço para trabalhar.
4 anos de luta até virar realidade. Da JUCEMAT à Secretaria, ajudou a destravar a abertura simplificada de empresas em Cuiabá, defendendo execução sem custo ao cidadão no primeiro ano.
Turismo popular e educativo. Ampliou o atendimento e se consolidou como equipamento turístico querido pela população e pelas famílias.
Espaços públicos vivos. Museu do Rio e Museu do Morro da Caixa D'Água voltaram a receber visitantes, feiras e atividades.
Gente na rua gera economia. Feiras, artesanato, gastronomia e cultura. Pessoas geram movimento, movimento gera comércio, comércio gera emprego.
Cuiabá disputando o futuro. Estruturação da promoção econômica e atração de investimentos. A cidade não pode esperar o futuro — precisa disputá-lo.
Dubai e China. Aproximou Cuiabá de oportunidades em inovação, cidades inteligentes, tecnologia e desenvolvimento.
Renda e emprego de verdade. Turista dorme em hotel, come em restaurante, compra no comércio. Turismo tirado da lógica de evento e tratado como economia.
O campo e o emprego. Pastas somadas à gestão em 2025, unindo produção rural, qualificação e geração de trabalho.
"A história que começou com minha mãe pegando os filhos pela mão para recomeçar do outro lado do mundo ganha novo sentido quando olho para os meus. Que país vamos deixar para eles?"
Milhões de brasileiros. Uma só causa.
Você não está entrando em uma campanha. Você está entrando em um movimento formado por brasileiros que acreditam que o país pode funcionar melhor para quem trabalha.